Eles são burros, esquisitos, arrogantes e preconceituosos. Por conta de tudo isso, são geniais. O review de hoje traz até vocês Community, série de comédia que conquistou todo mundo aqui do Lado B e que há tempos não me fazia rir tanto.
Criada por Dan Harmon, cujo dedinho gordinho está em uma porção de coisas na tv americana, Community conta a história de Jeff Winger, um advogado picareta que tem seu diploma caçado após descobrirem que, na verdade, aquele diploma nunca foi de verdade. Para voltar a advogar, Jeff se matricula em uma faculdade comunitária para conseguir um novo diploma da forma mais fácil possível.
Só mais um dia como outro qualquer.
Aí começa o freak show. Por conta de uma aula de espanhol – dada por um asiático – o grupo de estudos mais bizarro de todos os tempos é formado. E entre brigas, festas, piadas racistas e joguinhos mentais demoníacos, essa turma se tornou um do seriados de maior sucesso lá pras bandas do Tio Sam.
A série está na metade da terceira temporada, que teve um período de férias e retorna agora, dia 15. Quem assina Netflix pode conferir as duas primeiras, que já estão por lá. Cada episódio tem cerca de 20 minutos e é garantia de diversão infinita. Quem não assina, bom, é só procurar pelo box das temporadas ou arriscar ter sua residência invadida pela SWAT ao se aventurar por algum torrent na interwebs.
P.S.: Não falei nada do reitor da faculdade por um simples motivo: é um sujeito tão perturbado que qualquer comentário sobre ele soaria ofensivo. Veja e tire suas próprias conclusões.
Mais um curta animado bonitinho pra você vomitar arco-íris pro resto do dia e começar a semana bem. Aqui não tem muito o que falar, só ver. Então, bom vídeo e boa semana :)
Depois de Drive (logo logo tem review da Ilanna), que eu curti MUITO, decidi dar uma pesquisada no diretor Nicolas Winding Refn, e acabei descobrindo que a carreira dele é bem curta até agora. Foram alguns poucos filmes sem lá alguma expressão. Mas um deles me chamou bastante atenção.
Bronson é baseado na história real do britânico Michael Peterson, que sentenciado a sete anos de prisão por roubo acabou mais TRINTA ANOS em uma solitária por violência contra oficiais, etc. (e está preso ATÉ hoje!). Neste "tempinho pra pensar" que o rapaz teve na cadeia, ele criou um alter ego chamado Charles Bronson, um POUCO violento. Pô! Em trinta anos de solitária eu teria criado uma verdadeira ORDA de alter egos! Seria tipo um Big Brother de alter egos em confinamento por trinta anos! Loucura total! Até que o rapaz não é tão doido assim.
Não espere um filme comum, uma biografia de um personagem da vida de real. Nada disso. É um filme muito teatral com nuances (eu sempre quis usar essa palavra) de arte e loucura ao mesmo tempo. Se você gosta de comédia romântica com a Julia Roberts vai odiar esse filme. Já eu, gostei. Não vou falar que amei, pois em alguns momentos o filme me deixou meio incomodado. Mas no geral é bem bacana. A trilha sonora é excelente, rolando desde música clássica até Pet Shop Boys. A música eletrônica, aliás, parece ser marca registrada do diretor e dá todo clima ao filme.
É um filme que eu indicaria. Vale pela forma que o filme é conduzido e pela atuação de Tom Hardy (A Origem, O Espião Que Sabia Demais) como Charlie. E meninas, se vocês acham o raparigo bonito, vão se decepcionar com as cenas de nudez. Ouvi dizer que o apelido de Tom nos bastidores era "Verruguinha".
Assista ao trailer! (não rolou encontrar um legendado. Sorry!)
Antes do post começar: eu nunca me conformei que, originalmente, Wally se chame Waldo. E tenho que confessar que acho Wally MUITO melhor que Waldo. É a mesma coisa que o sapo Caco, dos Muppets, se chamar Kermit. KERMIT?! JURA?! Que raio de nome é esse??
... bom, não vamos falar mais do verdinho aqui. O assunto de hoje é o listrado.
Até hoje tenho guardados os dois primeiros livros de "Onde está Wally?" que ganhei quando era bem pequeno. Apesar de a coleção ser bem maior que isso, cada livrinho diverte a gente por horas e horas a fio, com uma porção de tarefas a serem feitas em cada cenário.
Só que agora Wally cansou de ser encontrado e passou a encontrar pessoas. Wally se tornou um agente secreto frio e calculista, cuja tarefa é bem simples: matar.
Se eu fosse você, tentaria achar é um lugar para se esconder.
Uma pena que seja apenas um trailer fictício, mas a ideia foi boa. Daria um filme digno de ser visto em cinemas 3D.
Definitivamente não é dos melhores vídeos da Nike. Deve estar seguindo o ritmo do futebol brasileiro nos últimos tempos. Mas vale assistir. Brasil contra Brasil.
Um filme com temática 100% rock. Não poderia ter conseguido um título melhor para começar minha série de reviews cinematográficos aqui no Lado B. A meta é comentar ao menos um filme por semana, seja ele lançamento ou um grande clássico. O importante é dar algumas noções gerais do que achei de cada filme e deixar que vocês, caros amigos leitores, digam o resto. Sem análises muito profundas, tendo como peso principal o fator diversão. E falando nela, o filme escolhido tem de sobra.
Piratas do Rock é um filme lançado em 2009, dirigido por Richard Curtis e estrelado por um time de atores que fez inveja a qualquer blockbuster do momento, entre eles Phillip Seymour Hoffman, Bill Nighy e Rhys Ifans.
A história se passa na década de 60 na Grã-Bretanha, quando o rock de fato caiu no gosto popular. O problema é que as rádios simplesmente não tocavam rock, levando ao surgimento das rádios piratas. A Radio Rock, estação do filme, é um navio ancorado no Mar do Norte que transmite 24 horas do mais puro rock clássico. E aqui já temos a primeira nota 10 do filme: trilha sonora, claro.
Recheada de canções que até hoje são sucesso, a trilha de Piratas do Rock é impecável. São poucos os filmes que me agradaram tanto nesse quesito, e sem dúvidas este está no topo deles. Aos amantes do bom e velho rock n' roll, só a trilha já seria o suficiente para assistir. Mas tem mais, muito mais.
A fotografia do filme também agradou. O ar bem retrô e o uso de alguns filtros deixam o filme com uma tonalidade meio amarelada, eu diria, o que caiu muito bem. E com o figurino que escolheram, ficou ainda melhor.
Chamar de “roupa” seria muito leviano da minha parte. Cada personagem utiliza um verdadeiro uniforme, cuidadosamente escolhido para definir o caráter do personagem. Tudo bem que caráter não é a maior virtude deles nessa história, mas uma olhadinha de cima a baixo e você já sabe as maluquices que estão por vir.
E não foi mero acaso que deixei as atuações para o final. Todas são muito boas, cada uma à sua maneira, mesmo naqueles personagens que quase não falam ou aparecem. Basta ter um câmera apontada e o show acontece. Seja numa frase de efeito, num gesto ou um trejeito, alguns dos momentos mais hilários acontecem nas cenas mais simples graças às boas atuações.
Piratas do Rock possui nota 7.4 no IMDB, o que não é ruim, mas merecia mais na minha opinião. Entre músicas e marés, esse foi o filme que mais me divertiu no último final de semana e espero que divirta cada um de vocês também :)